terça-feira, 30 de agosto de 2016

Obesidade: a culpa é ou não da genética?!


Um clássico estudo (Bouchard, 1990) analisou durante 120 dias, 12 pares de gêmeos idênticos, vários fatores relacionados à gasto calórico e composição corporal. Durante 84 dias, os gêmeos receberam em sua dieta, um total de 1000 kCal a mais do que necessitavam, totalizando 84.000 kCal.

Ao longo do estudo, foi possível observar mudanças na composição corporal (aumento médio de 8,1kg) e na deposição de gordura de forma variada, a ponto que o gêmeo que menos engordou aumentou 4,3kg e o que mais engordou aumentou 13,3kg. Mas, analisando estatisticamente, os 24 participantes aumentaram o peso de forma equivalente, demonstrando a importância da carga genética nessa notável oscilação.
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Outro estudo (Bouchard, 1997) comparou vários estudos relacionando gêmeos/obesidade e conclui que existe alguma forma de determinismo biológico na qual este pode tornar uma pessoa mais suscetível a evoluir em direção ao equilíbrio de energia positiva ou negativa crônica ao longo do tempo.

Por fim podemos concluir que entre 100% das pessoas que são obesas, 40 a 70% são influenciadas geneticamente e podem manifestar isso através de alterações no apetite ou no gasto energético. O resto fica por conta dos hábitos nutricionais e comportamentais.


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Personal Trainer e Mestrando em Bioquímica do Exercício
Apaixonado em endorfina e transformar corpos!
@taynanluchi

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